A II Gincana Ambiental da Escola José Francisco Nunes em Itapicuru/Irecê/BA veio corroborar com e para o momento que vivemos no país, no que tange aos problemas ambientais. Os nossos estudantes deram um show de conhecimento, protagonizaram os fazeres a partir dos conteúdos contextualizados em sala de aula.
“O homem vem deixando pegadas negativas no meio ambiente e é papel nosso enquanto educadores realizar diversas ações, as quais possibilitem uma intervenção do/no contexto cotidiano, uma vez que também são responsáveis pelas pegadas do/no ambiente”.
Demonstraram conhecimento durante as provas realizadas. Vale salientar que a intertextualidade estava presente o tempo todo nas paródias relacionadas com a temática.
Posso asseverar que quem assistiu/presenciou todo o movimento sentiu os cabelos arrepiarem com a tamanha ousadia dos estudantes. O movimento corporal… Ah! Nem se fala com as coreografias apresentadas.
Lembrando que as paródias foram ensaiadas ao som do teclado, sabe aquela sensação de transcendência, pois bem foi isso que senti a partir de um movimento vivo produzido pelos verdadeiros atores/autores de uma nova história, bem como interventores da sociedade (meio ambiente) desde agora.
Quanta inspiração nesses meninos! As provas dos desenhos com olhos vendados de uma paisagem causou admiração nas pessoas presentes, uma vez que tentaram encontrar espaço na folha para construir a paisagem.

Os professores acreditaram que não havia a possibilidade de realizar o soletrando ambiental, mas como os nossos estudantes são “ousados” reivindicaram a confirmação do soletrando e aconteceu. Foi encantador o Ciclo da Infância e da Pré-Adolescência soletrando com propriedade e empregando a palavra no contexto.

Considero o evento como muito significativo, pois todos foram vencedores diante da qualidade das produções, contudo houve destaque das equipes “Manjericão e Capim Santo”. Os nomes das equipes fazem referência às ervas medicinais.
Parabéns pelo trabalho!





