De coordenadora a formadora: a mudança na carreira de Juliana Santos

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Para a maioria dos professores que fazem os cursos EaD do IBS, quando o certificado chega, os aprendizados da formação seguem para a prática em sala de aula. Mas algumas formações mudam vidas, transformando o caminho profissional de quem participa. Foi exatamente isso que aconteceu com a professora Juliana de Jesus Santos. 

Quando conheceu o Instituto, Juliana era coordenadora pedagógica da Escola Municipal Wilson da Paixão, em Catalão (GO). Naquele momento, a rede municipal iniciava uma parceria com o IBS que levaram formação aos educadores e um acervo de aproximadamente 500 livros para a escola. “Os livros passaram a ocupar um lugar ainda mais central no cotidiano escolar, estimulando práticas permanentes de leitura, projetos interdisciplinares e experiências que aproximavam crianças e professores da literatura de forma sensível e significativa”, relembra.  

A curiosidade virou interesse, e o interesse virou formação continuada. Juliana mergulhou nos cursos oferecidos pelo Instituto, entre eles Educação Financeira, Cantinho da Leitura e Cidadania e Políticas Públicas, passando a enxergar novas possibilidades para o trabalho pedagógico. “Mais do que ampliar acervos, o IBS ampliava possibilidades”, afirma.  

Mas a transformação não ficou restrita à escola. Durante as formações presenciais do IBS, ela percebeu que havia encontrado uma proposta que se conectava à sua missão como educadora. “Descobri uma instituição que acredita na escola pública e investe na formação de educadores por meio de projetos que dialogam com leitura, cidadania, educação financeira, sustentabilidade, cultura, protagonismo estudantil e tantas outras iniciativas voltadas ao desenvolvimento integral dos estudantes”, conta.  

Enquanto sua atuação na rede municipal crescia, Juliana também aprofundava seus estudos sobre Educação Inclusiva. Professora, coordenadora pedagógica, pesquisadora e mãe atípica, passou a reunir experiências que dariam um novo significado à sua trajetória. Foi durante uma das formações do IBS que surgiu uma conversa com o presidente do Instituto, Luis Salvatore. O tema era justamente a inclusão escolar, assunto que atravessava sua vida pessoal e profissional.  

Desse encontro nasceu um convite inesperado: integrar a equipe de formadores do IBS e participar da elaboração do curso Introdução à Educação Inclusiva. “Aceitei esse desafio com entusiasmo e, acima de tudo, com profundo senso de responsabilidade. Construir uma formação sobre Educação Inclusiva significava dialogar com educadores de diferentes regiões do país, respeitando suas realidades e provocando reflexões capazes de transformar práticas”, afirma.  

Hoje, quando olha para trás, Juliana percebe que aquela primeira formação foi apenas o começo de uma caminhada muito maior. “Participar desse projeto reafirmou uma convicção que me acompanha diariamente: transformar a educação passa, necessariamente, pela formação dos profissionais que constroem a escola todos os dias.” Para ela, a parceria com o IBS deixou de ser apenas institucional e se tornou parte da própria história.  

ASPAS DESTAQUE: “Ter encontrado o Instituto foi encontrar parceiros que compartilham do mesmo propósito: acreditar que, quando diferentes trajetórias se unem em defesa da educação pública, transformam-se não apenas escolas, mas vidas.” 

 

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