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Dica Pedagógica IBS: Leitura + Fotografia – Utilizando o “Foto Escrita”

Dica Pedagógica IBS: Leitura + Fotografia – Utilizando o “Foto Escrita” como ferramenta pedagógica interdisciplinar

Esta semana comemoramos duas datas significativas e importantes para o IBS: Dia do Leitor e Dia do Fotógrafo – Dia Nacional da Fotografia.
São dois temas transversais que fazem parte dos eixos temáticos de atuação do Instituto dentro das escolas e que juntos, formam ainda um projeto que tem permitido uma outra percepção de atividades de leitura, escrita e análise crítica e pedagógica da fotografia!

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Assim, apresentamos para vocês a “Proposta Pedagógica Foto Escrita – Leitura sobre Imagem/Fotografia”

Para aproximar a produção escrita das necessidades enfrentadas no dia-a-dia, o caminho atual é enfocar o desenvolvimento dos comportamentos leitores e escritores. Ou seja: levar o aluno a participar de forma eficiente de atividades da vida social que envolvam ler e escrever.
Partindo da realidade sociocultural dos educandos em relação ao processo ensino-aprendizagem, verificamos que é necessário repensarmos a educação do futuro e a do presente como formação do conhecimento e não apenas como informação. O educando deve, assim, ser mais ativo, participativo na vida em sociedade e conseguir expor suas ideias.
Uma das formas para que isso aconteça é através da leitura e da escrita, o que é escrito não se perde e não muda a intencionalidade, fica registrado por muito tempo, com isso pode ser aproveitado em outras circunstâncias.
Os professores são formadores de “amantes da leitura e da escrita”, o que depende, é claro, de uma boa intencionalidade em sala de aula, estímulo e liberdade de expressão. Redimensionar a prática pedagógica a partir do conhecimento prévio do aluno é uma possibilidade renovadora que traz à tona o escritor e o leitor crítico. Conhecer o seu contexto é importante, onde ele está inserido, pois partindo desse contexto ele vai saber colocar-se em sociedade.

22789164_2132219133458640_5215730378951838945_nO Projeto Foto Escrita – Leitura sobre Imagem/Fotografia traz até os alunos a possibilidade de trabalhar as habilidades inerentes à escrita e produção textual, a escrita, a partir da “leitura” de uma imagem/fotografia, proporcionando o contato com a leitura não verbal.
Como sabemos, estas são ferramentas indispensáveis para a continuidade do processo cognitivo e de aprendizagem em todas as disciplinas curriculares durante a totalidade da formação acadêmica do estudante.
Além disso, entendemos que as habilidades de escrita estão intimamente ligadas à leitura, compreensão de texto, leitura de imagens e interpretações, desenvolvendo a opinião crítica (texto narrativo, dissertativo, argumentativo, informativo) sobre a imagem analisada.
“Não é segredo para o educador que o bom escritor é naturalmente um bom leitor. O estimulo à leitura, incentiva a escrita e vice-versa”.

22729084_1471894126251888_1981970577703048765_nMetodologia Pedagógica do Concurso Foto Escrita

Leitor e escritor andam juntos, pois o escritor escreve sempre para alguém, no caso o leitor. Vivemos em um mundo onde tudo está relacionado com a escrita e a leitura.

O Projeto Pedagógico Foto Escrita visa redimensionar a experiência da escrita para uma forma prazerosa de expressão, nesse processo o professor é o mediador para que o aluno desenvolva o aspecto fundamental no trabalho de produção textual que é garantir ao aluno adquirir condições de pensar no todo. Do enredo à forma de estruturar os elementos no papel: é preciso aprender a dar conta de tudo para atingir o leitor. Esse processo denomina-se construção de um percurso de autoria e se adquire com tempo, prática e reflexão.
O desenvolvimento da escrita, sendo essa no princípio uma escrita informal, com frases e expressões do cotidiano do aluno. Há de se considerar que é um processo em construção. Cabe ao professor conscientizar o aluno das peculiaridades da situação de produção escrita e das exigências e recursos que lhe são próprios. Isto é quando da aquisição da escrita, o aluno necessita ir, aos poucos conscientizando-se dos recursos que são prototípicos da oralidade e perceber que, por vezes, não são adequados ao texto escrito.
Produzir textos é um processo que envolve diferentes etapas: planejar, escrever, revisar e reescrever. Esses comportamentos escritores são os conteúdos fundamentais da produção escrita.
A revisão não consiste em corrigir apenas erros ortográficos e gramaticais, como se fazia antes, mas cuidar para que o texto cumpra sua finalidade comunicativa. “Deve-se olhar para a produção dos estudantes e identificar o que provoca estranhamento no leitor dentro dos usos sociais que ela terá”. Com a ajuda do professor, as turmas aprendem a analisar se ideias e recursos utilizados foram eficazes e de que forma o material pode ser melhorado.
Um escritor proficiente, no entanto, não faz a revisão só no fim do trabalho. Durante a escrita, é comum reler o trecho já produzido e verificar se ele está adequado aos objetivos e às ideias que tinha intenção de comunicar – só então planeja- se a continuação. E isso é feito por todo escritor profissional.

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O IBS – Os Temas Transversais Educomunicação e Incentivo à Leitura e a Interdisciplinaridade

O Instituto busca sempre agregar temas transversais e que podem ser trabalhados de forma interdisciplinar, lúdica e criativa dentro e fora de sala de aula!

A interdisciplinaridade admitiu uma grande melhoria na ideia de integração curricular e os interesses de cada disciplina são conservados. O princípio da transversalidade e de transdisciplinaridade busca ir além da concepção de disciplina, buscando-se uma intercomunicação entre elas. Piaget sustentava que: “a interdisciplinaridade seria uma forma de se chegar à transdisciplinaridade, etapa que não ficaria na interação e reciprocidade entre as ciências, mas alcançaria um estágio onde não haveria mais fronteiras entre as disciplinas”.
Os temas transversais são campos férteis para a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade em concordância com as áreas do conhecimento, pois ao usar a criatividade de maneira a preservar os conteúdos programáticos vinculam-se aos contextos, que podem ter evidência prática na vida real, social e comunitária do aluno. Convém ressaltar que a ética, a cidadania, a educomunicação, a educação ambiental, a educação financeira e o incentivo à leitura literária são temas que devem ser inseridos em todas as disciplinas, de maneira interdisciplinar e transdisciplinar contribuindo para a qualidade da construção de saberes e valores cognitivos, afetivos e sociais.
Portanto é importante incorporar essa tendência e a incluir no planejamento de forma a compor um conjunto articulado e aberto a novos temas, buscando um tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais. O planejamento ganha em flexibilidade e abertura, uma vez que os temas podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferentes realidades locais e regionais e outros temas podem ser incluídos.
Trabalhar de forma transversal significa buscar a transformação dos conceitos, a explicitação de valores e a inclusão de procedimentos, sempre vinculados à realidade cotidiana da sociedade, de modo que obtenha cidadãos mais participantes. Cada professor, dentro da especificidade de sua área, deve adequar o tratamento dos conteúdos para contemplar os Tema Educomunicação e Incentivo à Leitura Literária, assim como os demais Temas Transversais.

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CURIOSIDADE
Dia do Leitor
O Dia do Leitor é comemorado anualmente em 7 de janeiro.
Esta é uma data dedicada às pessoas que são apaixonadas pela literatura, ou seja, que amam livros!
Ninguém nasce sendo um leitor. O interesse pela literatura é algo que se desenvolve no ser humano através dos anos, a partir de influências positivas relacionadas ao ato de ler.
O hábito da leitura é importante para exercitar as capacidades de comunicação, interpretação e de cognição das pessoas.
A literatura ainda é celebrada no Brasil em outras datas ao longo do ano, como o Dia da Literatura Brasileira, comemorada anualmente em 1 de maio; e o Dia Nacional do Livro, em 29 de outubro.
Origem do Dia do Leitor
O Dia do Leitor foi criado em homenagem à fundação do jornal cearense “O Povo”, criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha.
Neste jornal, que ficou conhecido por combater a corrupção e divulgar fatos políticos, existia um suplemento chamado “Maracajá” que se tornou um espaço de divulgação do movimento modernista literário cearense na época.
As obras de Demócrito Rocha são de grande importância para a cultural regional. O autor pertenceu à Academia Cearense de Letras, enquanto era vivo.

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Dia do Fotógrafo – Dia Nacional da Fotografia
O Dia do Fotógrafo ou Dia Nacional da Fotografia é comemorado anualmente em 8 de janeiro.
A data celebra o profissional responsável em captar uma fração de segundo e eternizá-lo. O fotógrafo pode atuar na publicidade, jornalismo, cinema e ainda no campo artístico.
Para isso, o profissional mistura os conhecimentos de técnicas fotográficas (efeitos de luz, ângulo e profundidade) com a sensibilidade e, claro, um pouquinho de sorte.
A fotografia é uma das maiores invenções da era moderna, transformando completamente a literatura e a comunicação no século XX.
No Brasil, a profissão de fotógrafo não é regulamentada, porém há tentativas de oficializar a atividade, criando cursos de ensino superior em fotografia, classificando os profissionais como bacharéis ou licenciados em fotografia.
Origem do Dia Nacional da Fotografia
O Dia do Fotógrafo está oficialmente registrado em muitos calendários como 8 de janeiro, considerada a data que a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, em 1840.
No entanto, há algumas controvérsias sobre o dia exato, sendo que alguns consideram o dia 7 ou mesmo 16 de janeiro.
A primeira câmera fotográfica se chamava Daguerreótipo, inventada por Louis Jacques Mandé Daguérre e apresentada ao mundo em 19 de agosto de 1839, na Academia de Ciências da França, em Paris.
O Dia Mundial da Fotografia é celebrado em 19 de agosto em homenagem a este acontecimento.
De acordo com a história, foi o abade Louis Compte que trouxe a invenção de Daguérre para o Brasil e apresentou ao Imperador D. Pedro II, que aliás, ficou com o título de primeiro fotógrafo brasileiro.

“Os tempos hoje são outros. Nem melhores, nem piores. Apenas outros. Os indivíduos também mudam. Logo, é preciso que essas práticas se apresentem adequadas aos imperativos de hoje, resgatando do passado o que dele for pertinente para uma prática que contribua para a construção de um futuro real e não-utópico. E isso parece disser que, quando se verificam essas mudanças de horizonte, ainda não foi dito se as coisas vão melhorar ou piorar: simplesmente mudaram, e mesmo os juízos de valores deverão ater-se a outro parâmetro”.
Juntos Construímos!

 

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