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A COMPOSIÇÃO DE VÁRIOS OLHARES VOLTADOS PARA A EDUCAÇÃO DO/NO CAMPO

Nós, educadores das escolas do campo vimos buscando incessante por uma educação do/no campo que valorize o saber popular associado às diversas culturas transformando estas em conhecimento científico, assim será possível ampliar a polissemia do conceito de educação do campo em “educar para uma vida no campo com dignidade, onde cada ser é protagonista da sua história”.

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Partindo desse princípio é que no dia 14 de fevereiro recebemos a visita da equipe técnica da educação do/no campo da secretaria de educação do município para compor a polifonia dos sujeitos que pensam na concretização de uma educação do/no campo sem utopia, mas possível de concretizar os nossos sonhos.

Diante das inúmeras possibilidades apontadas durante a visita da equipe composta por Marilza Pereira e Jussara Sena para resolver o problema da água e da energia, dessa forma surgiram várias sugestões: catavento para ligar o poço, energia solar, etc. Durante a visita houve uma verificação do solo para uma analise posterior com um técnico, mas Marilza Pereira sugeriu que fosse realizada a curva de nível com estudantes, essa seria uma estratégia rápida para utilizar o solo.

Nesse caminhar, acreditamos na efetivação dos projetos dos nossos sonhos, demonstrando compromisso com o futuro do povo do campo, na perspectiva do bem viver e da harmonização do ser humano com o campo, rompendo com todos os estereótipos de negativos que foram cristalizados ao longo do tempo.

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A cada visita/ação é notável a preocupação em dar a cara do campo ao campo, fortalecer a nossa identidade, buscamos a cada dia ser sujeitos da história e não meros expectadores.

Texto: Jucileide Pereira

 

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